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Leandro MoranoProfile picture@concottage·Jul 17

LinkedIn Ads para indústrias B2B: o erro de mirar 'decisor' e esquecer o 'influenciador'

Depois de rodar campanha de tráfego pago pra fábricas e indústrias de bens de consumo, tecnologia e serviços B2B, um padrão se repete: o anúncio é feito pra impressionar o diretor, mas quem realmente inicia a pesquisa de fornecedor é o engenheiro, o comprador júnior ou o gerente de operações.


Esses são os "influenciadores" da decisão — não assinam o contrato, mas filtram quem chega até a mesa do decisor final. E a maioria das campanhas B2B ignora esse público completamente.


Três ajustes que mudam o resultado:


  1. Segmentação por cargo, não só por empresa. No LinkedIn Ads, cargos como "Engenheiro de Processos", "Analista de Compras" e "Coordenador de Operações" geram mais cliques qualificados do que mirar direto em "Diretor" ou "C-level".


  1. Criativo técnico, não institucional. Ficha técnica, comparativo de performance, case de redução de custo — não "somos líderes de mercado". Quem influencia a decisão quer dado, não slogan.


  1. Oferta de baixo atrito. Peça um "material técnico" ou "comparativo gratuito", não uma "reunião comercial" logo de cara. O influenciador raramente tem autoridade pra agendar reunião — mas tem autoridade pra baixar um PDF e levar pro decisor.


Se sua indústria já roda tráfego pago e o CPL parece "caro", vale revisar pra quem exatamente o anúncio está falando antes de cortar o orçamento.

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Leandro MoranoProfile picture@concottage·Jul 16

Por que indústrias B2B erram no marketing digital (e como corrigir)

Depois de anos trabalhando com indústrias — alimentos, fitas adesivas, eletrônicos, bens de consumo — percebi um padrão que se repete: empresas B2B tratam marketing digital como "coisa de e-commerce" e deixam isso de lado. Resultado: concorrentes menores, mas mais visíveis, roubam a atenção de compradores e distribuidores que estão pesquisando online antes de fechar qualquer negócio.


3 erros mais comuns que vejo:


  1. Achar que LinkedIn e Instagram não geram lead industrial. Geram — mas o conteúdo precisa ser técnico e específico (cases, certificações, capacidade produtiva), não genérico como "estamos crescendo!".


  1. Não ter processo de qualificação de lead. Muita indústria recebe contato via WhatsApp/site e demora dias para responder. No B2B, quem responde rápido com uma proposta técnica sólida fecha o negócio.


  1. Ausência de prova social estruturada. Compradores industriais pesquisam fornecedores como pesquisam qualquer produto — querem ver cases, números de produção, tempo de mercado, clientes atendidos. Se isso não está digital e organizado, você perde para quem tem.


O que funciona: um sistema de conteúdo técnico recorrente (não institucional vazio) + gestão ativa de canais + funil de qualificação rápido. Isso não é "estar na moda", é geração de pipeline.


Se você é de uma indústria e quer estruturar isso, monto e opero esse sistema na Hiro Comunicação. Deixo o link nos comentários pra quem quiser ver como funciona.